domingo, 3 de março de 2013

Carne de cavalo pode ser melhor...

A Europa anda bastante preocupada com a carne de cavalo que tem aparecido, clandestinamente, em vários alimentos que só deveriam conter carne de gado. Em diversos países.
É uma comoção continental.
Então as bravas autoridades da vigilância sanitária da Islândia decidiram cumprir com seu dever cívico e foram analisar tortinhas de carne, muito populares no país, em busca de conteúdo equino.
Que alívio: nada de carne de cavalo.



Mas, em compensação, o recheio de uma marca de tortinhas muito consumida não tinha nem sinal de qualquer tipo de carne. Não passava de uma exótica mistura de vegetais.
Os islandeses teriam preferido, com certeza, a carne de cavalo.

Camiseta de algoritmo é um problema...

Os algoritmos são a alma da computação, mas também fazem coisas bem estranhas.
A Amazon, por exemplo criou um algoritmo para gerar finais aleatórios à cada vez mais famosa expressão "Keep Calm and..." e oferece-las à venda em camisetas. O serviço do algoritmo era escolher um verbo e um advérbio  e completar a frase, imprimindo a camiseta de acordo com os pedidos.
Ninguém imaginava que algo pudesse dar errado, mas a Lei de Murphy venceu novamente e no site da Amazon acabou aparecendo a camiseta  abaixo e suas possíveis variações.
Coisa muito feia.

 

O custo de design e criação é zero, e se alguém compra uma camiseta gerada por algoritmo os lucros são garantidos.

80 anos de King Kong



O filme King Kong original, de 1933, está completando 80 anos hoje, 3 de março.
Estreou no Radio City Music Hall, em Nova Iorque, e faturou 89.931 dólares na primeira semana, apenas naquela cidade, com ingressos entre 35 e 75 centavos.
De lá pra cá teve dois remakes e até combateu o Godzila.
Mas o filme é especialmente marcante por outro motivo: foi King Kong que inaugurou a era dos efeitos especiais, mostrando o caminho para os cineastas desde O Mágico de Oz a O Senhor dos Aneis.
Nada mau para um macaco crescido.

sábado, 2 de março de 2013

Dia de lavar roupa

Belíssimas fotos de roupas a secar em Nova Iorque, nos anos 30 do século passado.
Na época, o dia de lavar roupas era segunda-feira.


















Moby Dick de verdade

Em novembro de 1820 o navio baleeiro Essex foi afundado por uma baleia, que o atacou várias vezes até conseguir colocá-lo no fundo do oceano.
O capitão George Pollard Jr. e sua tripulação ficaram à deriva no mar, durante meses, em três botes salva-vidas de menos de dois metros de comprimento. Poucos sobreviveram.




Pollard foi um deles e contou sua história a outros capitães de navio e a um missionário chamado George Bennet: da fúria da baleia, dos 92 dias no mar, sem comida, vendo outras pessoas morrer, do terror infinito. 

E Bennet repassou o caso a um escritor chamado Herman Melvile, que a usou como base para seu romance Moby Dick.
O livro foi um fracasso e vendeu quase nada durante a vida de Melvile.
Hoje, muitos especialistas dizem que Moby Dick é o maior romance jamais escrito.

Felicidade no dinheiro

Quem diz que dinheiro não traz felicidade está muito enganado. Eu, pelo menos, fico feliz vendo estas brincadeiras com dinheiro e dobraduras que o fotógrafo Philippe Pétrement fez misturando cédulas de diversos países e construindo retratos muito divertido, que subvertem completamente o conceito inicial da imagem da cédula.
Riam como eu ri:

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Pão torrado e dobrado

E se você quer comer um sanduíche de manteiga e geleia com uma fatia de pão torrado e dobrado?   Mais ainda: sem contaminar a faca que vai na manteiga e na geleia? Difícil, não é?
Mas a designer Zlil Lazarovich garante que seus problemas acabaram.
Ela inventou uma torradeira que dobra o pão. E junto com ela uma faca com duas extremidades, uma para espalhar cada ingrediente.
Louco, não?
toaster

spreader