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segunda-feira, 3 de novembro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Poltronas, apenas poltronas
OK, você pode achar que uma poltrona é uma poltrona e nada mais.
Engano.
Por exemplo: se você quer pompa, circunstância e atemorizar que estiver pela frente, recomendamos fortemente esta poltrona escorpião:

Perfeita, não?
Mas talvez você prefira informalidade, relaxamento e um toque de humor macabro.
Neste caso, a opção mais indicada é esta singela caveira:
Abra, instale-se e aproveite:
Engano.
Por exemplo: se você quer pompa, circunstância e atemorizar que estiver pela frente, recomendamos fortemente esta poltrona escorpião:
Perfeita, não?
Mas talvez você prefira informalidade, relaxamento e um toque de humor macabro.
Neste caso, a opção mais indicada é esta singela caveira:
Abra, instale-se e aproveite:
domingo, 6 de abril de 2014
Barcos viram móveis
All From Boats é uma empresa de Bali, Indonésia.
O que eles fazem? Quando o barco de um pescador local fica velho demais para ser consertado, eles o compram e transformam em peças de mobiliário, dando uma nova vida à madeira que normalmente viraria lixo.
O design é naive e muito legal.
Eles só vendem por atacado e o valor do pedido mínimo é 2 mil dólares, neste site: http://www.allfromboats.com/.
Veja se você gosta:




O que eles fazem? Quando o barco de um pescador local fica velho demais para ser consertado, eles o compram e transformam em peças de mobiliário, dando uma nova vida à madeira que normalmente viraria lixo.
O design é naive e muito legal.
Eles só vendem por atacado e o valor do pedido mínimo é 2 mil dólares, neste site: http://www.allfromboats.com/.
Veja se você gosta:
Os homens caleidoscópio
Norg Nordis é um designer da Bielorússia que manipula fotos criando caleidoscópios com o rosto de pessoas.
É interessante e intrigante, grandes viagens:
É interessante e intrigante, grandes viagens:
sexta-feira, 21 de março de 2014
Robozinhos simpáticos
A MechWorld, uma empresa chinesa, cria e produz uns robozinhos de variados componentes de hardware.
Não fazem nada - a não ser eventualmente segurar um telefone - mas são umas gracinhas.
Se você se interessar, dá pra comprar neste endereço, com preços em reais bem razoáveis:
robozinhos.
Este não é um post patrocinado, simplesmente gostei dos brinquedinhos:





Não fazem nada - a não ser eventualmente segurar um telefone - mas são umas gracinhas.
Se você se interessar, dá pra comprar neste endereço, com preços em reais bem razoáveis:
robozinhos.
Este não é um post patrocinado, simplesmente gostei dos brinquedinhos:





Os melhores rolos de massa do mundo.
Simplesmente maravilhoso: a designer polonesa Zozia Zuber faz rolos de massa únicos, com entalhes a laser que deixam a massa de biscoitos cheia de desenhos bem legais.
Ela usa madeira da sua região de Varsóvia e suas gravações nos rolos são variadas, de hamburguers e fritas a dinossauros, gatos, cachorros e textos.
Muito legal:



Ela usa madeira da sua região de Varsóvia e suas gravações nos rolos são variadas, de hamburguers e fritas a dinossauros, gatos, cachorros e textos.
Muito legal:
Prateleiras
Todo mundo precisa e gosta de prateleiras.
Mas mesmo objetos tão comuns e onipresentes no quotidiano podem ser muito especiais:

Esta casa em Osaka, Japão, tem praticamente todas suas paredes cobertas por prateleiras em forma de treliça. Foi a solução do escritório de arquitetura Kazuyo Morita para abrigar a grande coleção de livros dos proprietários.

Design de primeira nesta prateleira meio minimalista na Estônia, obra do Studio 360.

Esta é uma gracinha, criação de Jaren Goh Design.

Sakura Adachi criou esta combinação de mesa e cadeiras que também são estante para livros.

O designer Ron Gilad criou estas delicadas estruturas metálicas com tampos de madeira que podem ser posicionados em qualquer lugar e são fixos com imãs.

Esta é de Olivia Blechsmith e se propõe e ser leve como o vento. Bonita.
Mas mesmo objetos tão comuns e onipresentes no quotidiano podem ser muito especiais:
Esta casa em Osaka, Japão, tem praticamente todas suas paredes cobertas por prateleiras em forma de treliça. Foi a solução do escritório de arquitetura Kazuyo Morita para abrigar a grande coleção de livros dos proprietários.
Design de primeira nesta prateleira meio minimalista na Estônia, obra do Studio 360.
Esta é uma gracinha, criação de Jaren Goh Design.
Sakura Adachi criou esta combinação de mesa e cadeiras que também são estante para livros.
O designer Ron Gilad criou estas delicadas estruturas metálicas com tampos de madeira que podem ser posicionados em qualquer lugar e são fixos com imãs.
Esta é de Olivia Blechsmith e se propõe e ser leve como o vento. Bonita.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Será que é feio mesmo?
Existem coisas, obras humanas, que são inevitavelmente feias - quando surgiram, agora e sempre.
Talvez o melhor exemplo seja este, um lixão como este de Nova Iorque, que funcionou de 1950 a 2001.

Mas outras coisas podem gerar sensações diversas e dúbias, com mudanças de percepção ao logo dos tempos.
Veja alguns exemplos:

Basílica de Ottobeuren, Alemanha. Rococó pesadíssimo do século 18, era considerada linda na inauguração. Hoje, os bem intencionados dizem que é kitsch. Ou muito feia.

Bonequinhos naive de Olívia Palito e Popeye, de 1930. Feios ou respeitável arte popular?

Peso de papel de vidro Millefiori, Baccarat, cerca de 1880. Feio, bonito ou o que?

Coleções de borboletas espetadinhas já foram admiradíssimas. E agora?

Placas de vidro coloridas como esta eram os prêmios em desfiles e festivais de cinema nos anos 1910 e 1920. Agora poucos diriam que não são muito kitsch.

Escrivaninha dinamarquesa de 1960 e um iPhone, exemplos de design eficaz. Mas a escrivaninha é bonita mesmo?

Lata de biscoitos indiana, de 1894. Feia ou bonita?

Tesoura para ser usada por mulheres grávidas, início do século 19. Estranha, mas talvez não feia.

Rádio com toca-discos da Braun, 1956. Na época do lançamento era chamado de caixão da Branca de Neve. Hoje é reconhecido como um perfeito exemplo de design modernista.

Trellick Tower, em Londres. Concluída em 1972, sempre foi considerada horrorosa, mas hoje é reconhecida como um bom exemplo da arquitetura brutalista. Um pedacinho da velha URSS na capital inglesa.

O máximo do kitsch: camisa de poliéster para ir á discoteca nos anos 70. Mas é feia mesmo ou é só preconceito?
Talvez o melhor exemplo seja este, um lixão como este de Nova Iorque, que funcionou de 1950 a 2001.
Mas outras coisas podem gerar sensações diversas e dúbias, com mudanças de percepção ao logo dos tempos.
Veja alguns exemplos:
Basílica de Ottobeuren, Alemanha. Rococó pesadíssimo do século 18, era considerada linda na inauguração. Hoje, os bem intencionados dizem que é kitsch. Ou muito feia.
Bonequinhos naive de Olívia Palito e Popeye, de 1930. Feios ou respeitável arte popular?
Peso de papel de vidro Millefiori, Baccarat, cerca de 1880. Feio, bonito ou o que?
Coleções de borboletas espetadinhas já foram admiradíssimas. E agora?
Placas de vidro coloridas como esta eram os prêmios em desfiles e festivais de cinema nos anos 1910 e 1920. Agora poucos diriam que não são muito kitsch.
Escrivaninha dinamarquesa de 1960 e um iPhone, exemplos de design eficaz. Mas a escrivaninha é bonita mesmo?
Lata de biscoitos indiana, de 1894. Feia ou bonita?
Tesoura para ser usada por mulheres grávidas, início do século 19. Estranha, mas talvez não feia.
Rádio com toca-discos da Braun, 1956. Na época do lançamento era chamado de caixão da Branca de Neve. Hoje é reconhecido como um perfeito exemplo de design modernista.
Trellick Tower, em Londres. Concluída em 1972, sempre foi considerada horrorosa, mas hoje é reconhecida como um bom exemplo da arquitetura brutalista. Um pedacinho da velha URSS na capital inglesa.
O máximo do kitsch: camisa de poliéster para ir á discoteca nos anos 70. Mas é feia mesmo ou é só preconceito?
quarta-feira, 12 de março de 2014
O infinito é legal
Achei perfeita esta escada infinita desenhada pelo arquiteto dinamarquês Ólafur Eliasson para os escritórios da KPMG em Munique:


quinta-feira, 6 de março de 2014
Arte vira casa
O arquiteto e ilustrador italiano Frederico Babina se lançou a uma empreitada interessante: pegar obras icônicas da arte mundial e transformá-las em cortes transversais arquitetônicos, como se fossem casas.
A série, chamada Archist, ficou no mínimo instigante.
Para Babina, seu trabalho é um estudo das possíveis interações entre arte e arquitetura:







Para encerrar, a cidade com todos os trabalhos - não mostrei todos aqui:

A série, chamada Archist, ficou no mínimo instigante.
Para Babina, seu trabalho é um estudo das possíveis interações entre arte e arquitetura:
Para encerrar, a cidade com todos os trabalhos - não mostrei todos aqui:
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