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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Galáxia minúscula, buraco negro gigante

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A imagem é uma concepção artística da última descoberta do Hubble: a galáxia M60-UCD1, que tem ao centro uma buraco negro gigantesco.
Ela tem apenas 300 anos-luz de diâmetro, 1/500 avos de nossa galáxia, é um nadinha.
E seu buraco negro é cinco vezes maior que o da Via Láctea.
A  mini galáxia é extremamente densa.
Se você morasse lá, veria à noite um milhão de estrelas a olho nu. Aqui, nos lugares mais escuros, dá para ver cerca de 4 mil.
Os cientistas imaginam que a pequeníssima galáxia é um pedaço que foi separado durante uma colisão de galáxias, há muito tempo. Mas só imaginam, não têm certeza de nada.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O Hubble também faz arte



Esta magnífica peça de arte contemporânea é na verdade uma obra do Hubble.
Sem querer, é claro.
Há alguns dias o telescópio espacial se perdeu, aparentemente confundindo seus giroscópios ao determinar como seu ponto focal um alvo ruim, uma estrela dupla ou binária.
O resultado foi este, obra um Hubble bêbado ou muito inspirado.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Um planeta muito louco

A estrela Fomalhaut nos foi apresentada pelo Hubble há já algum tempo. E logo ganhou o apelido de Olho do Sauro, porque é exatamente isso que ela parece.
Depois e muitas imagens os astrônomos descobriram o que poderia ser um planeta orbitando o Olho, mas sem nenhuma certeza, porque o planeta não aparecia no espectro de luz infravermelha e nem causava qualquer efeito na fotogênica nuvem de poeira que circunda a estrela.

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Aos poucos foi se descobrindo mais: a coisa realmente orbita Fomalhaut, e se for um planeta pode estar envolto em poeira, o que absorve parte da luz infravermelha. Ele meio que fica camuflado.
Não foi possível ainda determinar o tamanho do objeto. Sabe-se que é grande, mas o mais interessante é sua maluca órbita, muito elíptica, que faz com que o ponto mais próximo da estrela seja a 7 bilhões de quilômetros e o mais distante a 45 bilhões.
Isso é louquíssimo: a parte interior da órbita fica mais distante do que Netuno está de nosso Sol. A parte exterior está a quase sete sistemas solares como o nosso de distância. Seu caminho é tão longo que espanta: veja na foto a pequena distância que o possível planeta avançou em oito anos.

sábado, 25 de agosto de 2012

Hubble: os tesouros escondidos

Os operadores do telescópio espacial Hubble não conseguiam mais processar todas as centenas de milhares de imagens do Universo mandadas pelo telescópio.
Então abriram seus arquivos e convidaram os astrônomos de todo mundo a procurar lá por tesouros escondidos. Fizeram um concurso, tanto por simples busca de fotos como por composição, as combinações de várias imagens para compor uma só.
Alguns dos vencedores, com imagens fantásticas do Universo:
Uma nuvem molecular achada por Luca Limatola
Robert Gendler processou esta composição de imagens da galáxia M96
Judy Schmitt processou esta imagem de uma estrela nascente expelindo gás próximo a uma grande nuvem de poeira
Claude Cornen processou esta imagem dos restos de uma super nova na Grande Nuvem de Magalhães

Do norte-americano Josh Lake, um pedacinho da Grande Nuvem de Magalhães


Todas as fotos vencedoras podem ser vistas aqui: http://www.spacetelescope.org/announcements/ann1211/