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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Quem vai no meu funeral?



O bósnio Amir Vehabovic teve um funeral muito pouco concorrido em 2007: segundo suas instruções, 46 pessoas foram convidadas, mas apenas sua mãe compareceu.
Alguns dias depois, os restantes 45 receberam esta carta:

"A todos meus queridos 'amigos':
Conheço alguns de vocês desde a escola primária, com outros estreitei relações nos últimos anos,
Até meu funeral considerava todos amigos íntimos. Então foi com choque e, admito, tristeza, que descobri que nenhum de vocês arranjou tempo para me dar um adeus quando souberam que eu havia morrido.
Eu teria entendido se apenas alguns comparecessem, com flores e palavras de apoio para minha mãe. Mas não. Nenhum apareceu.
Eu vivi para nossas amizades, elas significavam a própria vida para mim.
Mas como foi fácil para vocês esquecer todos os votos de amizade que ouvi em muitas ocasiões.
Nossos conceitos de amizade parecem ser muito diferentes.
Gastei um monte de dinheiro para conseguir um atestado de óbito falso e subornei coveiros para enterrar um caixão vazio.
Pensei que meu funeral seria uma boa piada, o tipo de pegadinha que temos feito uns com os outros por anos,
Então deixo uma mensagem para vocês: meu funeral pode ter sido encenação, mas podem me considerar realmente morto porque não quero ver nenhum de vocês nunca mais."

terça-feira, 8 de outubro de 2013

A dança da morte

Em 1538 Hans Holbein, o Jovem, lançou um livro de gravuras chamado A Dança da Morte.
Foi um dos sucessos da época, teve várias edições e seis exemplares impressos em pele humana, dos quais pelo menos dois ainda existem.
São bem interessantes as visões do Hans sobre a morte pegando as pessoas, de reis a crianças: