Este é um Mercedes Benz de Fórmula-1, modelo W196R, que Juan Manuel Fangio levou ao título mundial. Ele se tornou na sexta-feira, 12 de julho, o carro mais caro jamais comercializado: foi vendido num leilão por 30 milhões de dólares, algo ao redor dos 65 milhões de reais.
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domingo, 14 de julho de 2013
O carro mais caro de todos os tempos
Este é um Mercedes Benz de Fórmula-1, modelo W196R, que Juan Manuel Fangio levou ao título mundial. Ele se tornou na sexta-feira, 12 de julho, o carro mais caro jamais comercializado: foi vendido num leilão por 30 milhões de dólares, algo ao redor dos 65 milhões de reais.
sábado, 13 de julho de 2013
O carro do Bob Esponja
A Toyota apresentou agora, no show do automóvel de Nova Iorque, uma versão surpreendente do seu modelo Highlander.
É o carro do Bob Esponja.
Vejam só que coisa mais diferente:


Louco, não é?
É o carro do Bob Esponja.
Vejam só que coisa mais diferente:
Louco, não é?
segunda-feira, 27 de maio de 2013
A casinha-carro que não anda
O design austríaco Markus Volgreiter achou que seria legal fazer uma casa em forma de carro. É sobre rodas, mas não vai a lugar nenhum, está fixa na cidade de Salzburg.
É bonitinha, tem soluções de sustentabilidade e economia de energia.
Mas pequena que dá dó, e eu também não vejo o porquê da coisa:



É bonitinha, tem soluções de sustentabilidade e economia de energia.
Mas pequena que dá dó, e eu também não vejo o porquê da coisa:
terça-feira, 21 de maio de 2013
A batalha do carro elétrico
A Tesla é uma empresa que faz carros elétricos. Lindos, sofisticados e - aparentemente - os melhores do mercado.
O Model S é atualmente um objeto de desejo em todos os Estados Unidos:

Mas a empresa resolveu inovar na comercialização e abriu mão de ter concessionárias. A própria fábrica tem lojas para vender seus carros.

É uma aposta complicada, porque o lobby das concessionárias se indignou e saiu para a retaliação.
No Texas a Tesla já está proibida de vender carros em suas lojas, os funcionários podem apenas mostrar o produto e promover test drives. Em outros estados as concessionárias estão pressionando os legislativos por leis semelhantes.
É jogo duro.
Mas há uma brecha: vendas pela internet são permitidas em todos os estados, e a Tesla então está investindo nesta brecha, e vendendo bem. Mas novamente há um problema: ela não pode entregar diretamente os carros, tem que contratar outra empresa para o transporte e entrega.
Mexer contra o corporativismo é sempre difícil e penoso.
O Model S é atualmente um objeto de desejo em todos os Estados Unidos:
Mas a empresa resolveu inovar na comercialização e abriu mão de ter concessionárias. A própria fábrica tem lojas para vender seus carros.
É uma aposta complicada, porque o lobby das concessionárias se indignou e saiu para a retaliação.
No Texas a Tesla já está proibida de vender carros em suas lojas, os funcionários podem apenas mostrar o produto e promover test drives. Em outros estados as concessionárias estão pressionando os legislativos por leis semelhantes.
É jogo duro.
Mas há uma brecha: vendas pela internet são permitidas em todos os estados, e a Tesla então está investindo nesta brecha, e vendendo bem. Mas novamente há um problema: ela não pode entregar diretamente os carros, tem que contratar outra empresa para o transporte e entrega.
Mexer contra o corporativismo é sempre difícil e penoso.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Quer comprar o primeiro carro do John Lennon?
Este carro aí está à venda.
É uma Ferrari coupé 1965, azul celeste, com a cor e placa originais. Somente 500 destes carros foram feitos.
Foi comprada zero por 6.500 libras - cerca de 20 mil reais - e agora pode ser sua por 220 mil libras, mais de 650 mil reais. A estimativa de preço é da casa Bonhnams, que fará o leilão.
Por que esta valorização toda?
Ora, ela foi o primeiro carro de John Lennon, que ficou com a Ferrari durante três anos e andou pouco mais de 30 mil quilômetros.
A história é interessante: John tinha 25 anos quando tirou sua carteira de motorista e estava cheio da grana.
Na manhã seguinte a frente da casa em que morava com sua primeira esposa, Cynthia, e o filho Julian, estava tomada de vendedores de carros de luxo. Tinha Maseratti, Aston Martin, Jaguar, e essa Ferrari que ele comprou sem sair de casa.
A história não oficial diz que John era um motorista muito ruim. Em 1969 ele bateu um carro bem mais modesto, um Austin Maxi, contra um barranco na Escócia, na companhia de Yoko Ono, sua filha e Julian. Só o Julian não se feriu, o John levou 17 pontos.
Se dirigir, não tecle
Nos Estados Unidos quase todos os carros têm câmbio automático.
E as pessoas começam a dirigir aos 16 anos, são quase umas crianças.
Resultado: muita teclagem no celular enquanto dirigem, muito acidente perfeitamente evitável.
Agora surge lá um movimento para mudar esta situação, baseado nisso aqui:

O velho e bom câmbio manual seria a maneira de evitar dirigir e teclar ao mesmo tempo.
A teoria é que carros com câmbio manual exigem muito mais atenção e mantêm as duas mãos ocupadas, especialmente no trânsito urbano.
Acho muito engraçado e acrescento mais uma proposta: nada de direção hidráulica ou elétrica, aí sim vão precisar das duas mãos para fazer qualquer curvinha.
E as pessoas começam a dirigir aos 16 anos, são quase umas crianças.
Resultado: muita teclagem no celular enquanto dirigem, muito acidente perfeitamente evitável.
Agora surge lá um movimento para mudar esta situação, baseado nisso aqui:
O velho e bom câmbio manual seria a maneira de evitar dirigir e teclar ao mesmo tempo.
A teoria é que carros com câmbio manual exigem muito mais atenção e mantêm as duas mãos ocupadas, especialmente no trânsito urbano.
Acho muito engraçado e acrescento mais uma proposta: nada de direção hidráulica ou elétrica, aí sim vão precisar das duas mãos para fazer qualquer curvinha.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Paixão é isto
Olhem só.
Confira a riqueza de detalhes. A abundância de tudo.
A organização cuidadosa, todo o planejamento envolvido.
E imaginem o prazer da proprietária ao entrar neste carro.
Paixão é tudo.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
O carrinho de golfe que é um F1
A Renault, através de sua divisão RenaultSport F1, resolveu fazer um carro em homenagem à Fórmula-1, já que a montadora francesa está faceira da vida fornecendo os motores da equipe campeã.
Bem, esperava-se uma coisa extraordinária.
Mas não é que eles apareceram com nada mais que um carrinho de golfe?
É este aí, chamado Twizi:

Tem apenas um lugar, está certo. Tem pneus de competição. Tem o volante cheio de botões dos F1. Tem spoiler e aerofólio
Mas ainda assim não passa de um carrinho de golfe com um motorzinho elétrico de 17 Hps, uma miséria.
Ainda assim, quem gosta de carro daria um dedo para dirigi-lo, porque ele tem a verdadeira alma de um F1: o KERS, sistema de recuperação cinética de energia utilizados pelos carros da principal categoria do automobilismo.
É só usar o botão do KERS que o motorista passa dos 17 Hps para nada menos que 68, durante 13 segundos. O comportado carrinho de golfe se transforma numa míssil e num nadinha de tempo está a 144 quilômetros por hora.

Demais para um carrinho de golfe, não é mesmo?
O Twizi, obviamente, é um carro conceito e jamais será produzido em série. Principalmente com este KERS tão violento.
Bem, esperava-se uma coisa extraordinária.
Mas não é que eles apareceram com nada mais que um carrinho de golfe?
É este aí, chamado Twizi:
Tem apenas um lugar, está certo. Tem pneus de competição. Tem o volante cheio de botões dos F1. Tem spoiler e aerofólio
Mas ainda assim não passa de um carrinho de golfe com um motorzinho elétrico de 17 Hps, uma miséria.
Ainda assim, quem gosta de carro daria um dedo para dirigi-lo, porque ele tem a verdadeira alma de um F1: o KERS, sistema de recuperação cinética de energia utilizados pelos carros da principal categoria do automobilismo.
É só usar o botão do KERS que o motorista passa dos 17 Hps para nada menos que 68, durante 13 segundos. O comportado carrinho de golfe se transforma numa míssil e num nadinha de tempo está a 144 quilômetros por hora.
Demais para um carrinho de golfe, não é mesmo?
O Twizi, obviamente, é um carro conceito e jamais será produzido em série. Principalmente com este KERS tão violento.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
O Sol como combustível
Carros movidos à energia solar ainda parecem um sonho distante para uso pelo cidadão comum.
Mas eles existem e estão sendo cada vez mais desenvolvidos, principalmente em universidades.
A cada dois anos eles participam de uma corrida na Austrália, a WSC, na qual percorrem 3.021 quilômetros pelas estradas do sertão ensolarado.
Seu desempenho já é interessante: o último vencedor, o Tokai Challenger, da universidade japonesa de Tokai, conseguiu a velocidade média de 91,54 quilômetros por hora. Nada mau considerando que o único combustível é a luz solar.
Veja como são alguns desses carrinhos, que para esta corrida obviamente tem lugar apenas para o piloto.

O campeão Tokai Challenger.

O Xenit, da universidade de Stanford.

O estranho Umicar, da universidade de Leuven, Bélgica.

Sky Ace Tiga, da universidade de Ashiya, Japão. Esse carrinho pode alcançar 162 km/h de velocidade máxima.

O Midnight Sun X, da universidade de Waterllo, Canadá.

Tem um design diferente e interessante este Solar World 1, da universidade de Bochum, Alemanha.
Mas eles existem e estão sendo cada vez mais desenvolvidos, principalmente em universidades.
A cada dois anos eles participam de uma corrida na Austrália, a WSC, na qual percorrem 3.021 quilômetros pelas estradas do sertão ensolarado.
Seu desempenho já é interessante: o último vencedor, o Tokai Challenger, da universidade japonesa de Tokai, conseguiu a velocidade média de 91,54 quilômetros por hora. Nada mau considerando que o único combustível é a luz solar.
Veja como são alguns desses carrinhos, que para esta corrida obviamente tem lugar apenas para o piloto.
O campeão Tokai Challenger.
O Xenit, da universidade de Stanford.
O estranho Umicar, da universidade de Leuven, Bélgica.
Sky Ace Tiga, da universidade de Ashiya, Japão. Esse carrinho pode alcançar 162 km/h de velocidade máxima.
O Midnight Sun X, da universidade de Waterllo, Canadá.
Tem um design diferente e interessante este Solar World 1, da universidade de Bochum, Alemanha.
segunda-feira, 25 de março de 2013
O novo cinquentão
Sabem quem fez 50 anos? Este cara aí, o Porsche 911:

Lançado em 1963, este clássico icônico preencheu os sonhos de várias gerações, e teve o mérito de se manter sempre igual mas sempre novo.
A tecnologia aumentou, as qualidades do 911 aumentaram, mas o conceito básico do carro permaneceu inalterado. E isso é bom.

O painel do carro de 1963.
E este é o modelo 2013, o muito bom cada vez mais aperfeiçoado:

E o painel do 2013:

Lançado em 1963, este clássico icônico preencheu os sonhos de várias gerações, e teve o mérito de se manter sempre igual mas sempre novo.
A tecnologia aumentou, as qualidades do 911 aumentaram, mas o conceito básico do carro permaneceu inalterado. E isso é bom.
O painel do carro de 1963.
E este é o modelo 2013, o muito bom cada vez mais aperfeiçoado:
E o painel do 2013:
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
A Ferrari encolhida
Marco Srour, um milionário nova iorquino colecionador de carros antigos, está levando esse negócio de coleção de automóveis a um novo patamar. Ele construiu a Ferrari F2 500 de 1952, um dos carros de Fórmula 1 mais bem sucedidos de todos os tempos, campeão com Alberto Ascari, numa escala de 2/3.
Um mini carrinho, mas com um detalhe: completamente funcional e perfeitamente legalizado para andar nas ruas e estradas. A F2 500 é uma obra de arte, mas vem mais por aí: Marco deve terminar logo outro carro em escala de dois terços, uma Ferrari 275 GTB/4.
Veja a maravilha que é a pequena Ferrari, cujo único problema, na minha opinião, é ser tão pequena que até um Fiat 500 pode passar por cima sem notar:





Um mini carrinho, mas com um detalhe: completamente funcional e perfeitamente legalizado para andar nas ruas e estradas. A F2 500 é uma obra de arte, mas vem mais por aí: Marco deve terminar logo outro carro em escala de dois terços, uma Ferrari 275 GTB/4.
Veja a maravilha que é a pequena Ferrari, cujo único problema, na minha opinião, é ser tão pequena que até um Fiat 500 pode passar por cima sem notar:
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Vem aí o carro a ar
Cada vez mais estão sendo pesquisadas novas tecnologias para mover os carros, visando a substituição dos combustíveis fósseis - sim o petróleo vai acabar um dia.
Muitas fichas estão sendo apostadas nos motores elétricos, mas o pessoal da fabricante indiana Tata (a mesma que fez o mini-carro Nano), optou por outro caminho: um carro movido a ar comprimido, ideia que surgiu pela primeira vez em 1840 (bem antes do motor à gasolina), mas que foi abandonada por uma avalanche de dificuldades técnicas.
É um carro para 3 pessoas e com um motor de pistões que são empurrados pelo ar comprimido de um tanque com 185 litros de ar comprimido. O motor foi desenvolvido pela MDI, de Luxemburgo, que trabalha nele há duas décadas.
A Tata chama os carrinhos de Airpods e eles ainda estão em desenvolvimento, mas o bom é que o motor funciona bem.
No protótipo atual o Airpod tem espaço para três pessoas, velocidade máxima de 64 km/h e autonomia para 200 quilômetros. Aí é só encher de novo o tanque de ar comprimido, o que custa um euro. Não há custo por quilômetro mais baixo...
Por enquanto é obviamente um carro urbano, sua autonomia e velocidade máxima não são boas para estradas e longas viagens. E aquele passageiro do banco de trás talvez sinta que está de castigo... Mas, é óbvio, há muito espaço para evolução.
Muitas fichas estão sendo apostadas nos motores elétricos, mas o pessoal da fabricante indiana Tata (a mesma que fez o mini-carro Nano), optou por outro caminho: um carro movido a ar comprimido, ideia que surgiu pela primeira vez em 1840 (bem antes do motor à gasolina), mas que foi abandonada por uma avalanche de dificuldades técnicas.
É um carro para 3 pessoas e com um motor de pistões que são empurrados pelo ar comprimido de um tanque com 185 litros de ar comprimido. O motor foi desenvolvido pela MDI, de Luxemburgo, que trabalha nele há duas décadas.
A Tata chama os carrinhos de Airpods e eles ainda estão em desenvolvimento, mas o bom é que o motor funciona bem.
No protótipo atual o Airpod tem espaço para três pessoas, velocidade máxima de 64 km/h e autonomia para 200 quilômetros. Aí é só encher de novo o tanque de ar comprimido, o que custa um euro. Não há custo por quilômetro mais baixo...
Por enquanto é obviamente um carro urbano, sua autonomia e velocidade máxima não são boas para estradas e longas viagens. E aquele passageiro do banco de trás talvez sinta que está de castigo... Mas, é óbvio, há muito espaço para evolução.
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