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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Os bebês mais furiosos

Mommy Short, uma blogueira norte-americana, resolveu fazer um concurso para escolher o bebê mais furioso, pelo menos numa foto.
Muitos pais mandaram fotos como estas:









Mas eles não são tão brabos assim, veja só:

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Bichinhos de pelúcia ao gosto do freguês

Achei esta ótima: uma empresa norte-americana, a Budsies, pega desenhos de crianças e os transforma em bichinhos de pelúcia idênticos à imaginação dos pequenos artistas.
Custam 60 dólares e são entregues em oito semanas.
Veja a perfeição com que eles reproduzem os desenhos:









terça-feira, 18 de novembro de 2014

Crianças bem velhinhas

Com o uso de maquiagem, próteses e photoshop, o fotógrafo Zachary Scott transformou criancinhas em pessoas de muita idade.
Interessante - e trabalhoso, eu imagino:





quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Revolução na biblioteca

A Playoffice, que é um estúdio de design espanhol, teve uma ideia absolutamente brilhante para bibliotecas: uma rede onde as crianças podem ler, se espichar e descansar.
Fica suspensa do teto e tem uma cerquinha de segurança.
E os pais sempre podem manter um olho nelas.
Muito bom mesmo - uma proposta de revolução nas bibliotecas:







segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Brinquedos de guerra

O artista Brian McCarty foi ouvir crianças que passaram por guerras. Encontrou-as em zonas de guerra ou campos de refugiados e elas lhe contaram o que viram durante os conflitos.
Aí o Brian recriou as imagens descritas com brinquedos e as fotografou, criando a série War-Toys - brinquedos de guerra.
Ficou chocante e fantástico:













quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Ah, as crianças

Frases filosóficas de crianças:



De uma menina de 4 anos: "Ninguém é realmente adulto. Só agem assim porque precisam."

No funeral do avô, quando disseram "ele está dormindo agora", menino de 4 anos: "Não sei, para mim parece bem morto."

Também em funeral, menino pergunta se todo mundo morre e respondem que sim. E ele: "Se todos morremos, por que tanto medo?'

Ensinavam para uma menininha a diferença entre coisas vivas e não, como por exemplo carros, que se movem mas não crescem, então não são vivos. E ela: "E a palavras? As palavras mudam e crescem quando as usamos, as palavras estão vivas."

Menina, 4 anos: "E se as cores que eu vejo são diferentes das que você vê? E como saberíamos?"

Menino, 3 anos, pergunta: "Mãe, como deus fez a si mesmo?'