E quem vai tem o prazer de ver a incrível velocidade que o trem atinge. Essa aí da foto.
Mostrando postagens com marcador Japão. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Um trem pra lá de veloz
A Central Japan Railway Company está convidando seus usuários a participar de viagens de teste de seu novo trem maglev - as rodas levitam sobre os trilhos.

E quem vai tem o prazer de ver a incrível velocidade que o trem atinge. Essa aí da foto.
E quem vai tem o prazer de ver a incrível velocidade que o trem atinge. Essa aí da foto.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Tudo preto
O Burger King do Japão lançou este hamburger completamente preto, chamado Kuro Burger:

Tanto o pão quanto o queijo são enegrecidos com carvão de bambu, enquanto a cebola e o alho são tingidos.
Interessante, não?
Tanto o pão quanto o queijo são enegrecidos com carvão de bambu, enquanto a cebola e o alho são tingidos.
Interessante, não?
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Grandes invenções japonesas
A lendária criatividade japonesa não se esgota nunca.
Eles inventam coisas estranhas, insólitas. Mas eficazes.
Veja algumas invenções recentes:

A chuna não te pega. Mesmo.

Problemas de audição?

Uma camerazinha para verificar se há cera no ouvido

Gripe? É importante ter um bom estoque de papel

Dupla utilidade: bebê e chão sempre limpos

Jamais desperdice uma gota de colírio

Sim! Seus selfies vão ficar melhores e mais artísticos

Seus problemas acabaram: ficou fácil transportar a banana para o lanche

Para dormir no metrô

Nenhum respingo de molho nos cabelos

E, é claro, a melancia quadrada não poderia faltar
Eles inventam coisas estranhas, insólitas. Mas eficazes.
Veja algumas invenções recentes:
A chuna não te pega. Mesmo.
Problemas de audição?
Uma camerazinha para verificar se há cera no ouvido
Gripe? É importante ter um bom estoque de papel
Dupla utilidade: bebê e chão sempre limpos
Jamais desperdice uma gota de colírio
Sim! Seus selfies vão ficar melhores e mais artísticos
Seus problemas acabaram: ficou fácil transportar a banana para o lanche
Para dormir no metrô
Nenhum respingo de molho nos cabelos
E, é claro, a melancia quadrada não poderia faltar
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Cozinhas minúsculas
A Kirin, gigante japonesa do ramo de bebidas (no Brasil controla a Schincariol) lançou lá no Japão uma série de anúncios com minúsculas cozinhas (escala 1/48) montadas dentro de garrafas plásticas - uma nova versão dos navios em garrafas.

É muito bem feito e detalhado:
É muito bem feito e detalhado:
quarta-feira, 9 de abril de 2014
O ouriço celebridade
Conheça Marutaro, um ouriço japonês.
Ele é certamente o ouriço mais famoso do mundo e da internet.
Até ontem tinha 42.300 seguidores - mais do que qualquer um de nós jamais terá - e o número segue aumentando.
Toda esta fama vez do fato dele ser uma gracinha, graças ao incansável trabalho de seu proprietário, que tem uma enorme disposição para produzir fotos graciosas do Marutaro e postá-las sem parar:





Ele é certamente o ouriço mais famoso do mundo e da internet.
Até ontem tinha 42.300 seguidores - mais do que qualquer um de nós jamais terá - e o número segue aumentando.
Toda esta fama vez do fato dele ser uma gracinha, graças ao incansável trabalho de seu proprietário, que tem uma enorme disposição para produzir fotos graciosas do Marutaro e postá-las sem parar:
segunda-feira, 7 de abril de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
O surreal em madeira
Yoshitoshi Kanemaki é um escultor japonês que trabalha com madeira.
Seu trabalho é surreal, louquíssimo, fascinante:







Seu trabalho é surreal, louquíssimo, fascinante:
sábado, 18 de janeiro de 2014
Japoneses vão recolher o lixo espacial
Existem cerca de 100 milhões de artefatos humanos orbitando a Terra, desde a ISS até incontáveis peças de lixo espacial.
Quase todos estão entre 700 e 1.000 quilômetros de altitude e cada um deles representa uma ameaça.

Quem viu o filme Gravidade sabe o estrago que o lixo espacial pode causar, são mais de 29 mil coisinhas de todos os tipos com mais de 10 centímetros de diâmetro viajando a 25 mil quilômetros por hora.
Mas os japoneses acham que podem recolher este lixo e tornar a órbita terrestre um lugar mais limpo e seguro.
A Japan Aerospace Exploration Company - JAXA - fez uma parceria com uma empresa de produtos para pesca e desenvolveram uma rede para literalmente pescar o lixo.
Ela tem 300 metros de comprimento e cria um campo magnético que atrai os detritos metálicos.
Um foguete lançará e colocará em órbita um satélite que vai então desenrolar a rede e pescar.
Muito legal.
Os primeiros testes começam no final de fevereiro, depois de cinco anos de desenvolvimento. E a operação a pleno vapor deve iniciar até 2019.
Quase todos estão entre 700 e 1.000 quilômetros de altitude e cada um deles representa uma ameaça.
Quem viu o filme Gravidade sabe o estrago que o lixo espacial pode causar, são mais de 29 mil coisinhas de todos os tipos com mais de 10 centímetros de diâmetro viajando a 25 mil quilômetros por hora.
Mas os japoneses acham que podem recolher este lixo e tornar a órbita terrestre um lugar mais limpo e seguro.
A Japan Aerospace Exploration Company - JAXA - fez uma parceria com uma empresa de produtos para pesca e desenvolveram uma rede para literalmente pescar o lixo.
Ela tem 300 metros de comprimento e cria um campo magnético que atrai os detritos metálicos.
Um foguete lançará e colocará em órbita um satélite que vai então desenrolar a rede e pescar.
Muito legal.
Os primeiros testes começam no final de fevereiro, depois de cinco anos de desenvolvimento. E a operação a pleno vapor deve iniciar até 2019.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Revolução para a chuva
A empresa japonesa H-Concepts criou este guarda-chuva que promete ser o novo padrão da coisa.
Chamado simplesmente de O Guarda-Chuva, ele simplesmente inverte tudo o que temos e coloca as varetas pelo lado de fora.
Mais: ao fechar não é o tecido que desce mas a haste que sobe, mantendo até o cabo sequinho.
Por mim, podem lançar que eu comprava na hora.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Manequins japoneses
Lojas japonesas resolveram passar a usar em suas vitrines manequins no padrão ocidental.
Deu nisso, uma coisa meio assustadora:
Deu nisso, uma coisa meio assustadora:
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Cachorrão & cachorrinho
Esta foto anda circulando bastante pela internet japonesa.
Aparentemente, o cachorrão ganhou um novo amiguinho: a miniatura teria sido feita do próprio pelo do husky siberiano.
Trabalho bem feito.
sábado, 12 de outubro de 2013
Japão, né? Monstros de palha
Nas áreas rurais de Kagawa e Niigata, no Japão, o pessoal adora construir monstros de palha, sobras da colheita de arroz.
Monstros? Exagero, são umas gracinhas.
É diversão para eles, mas para mim também é arte:









Monstros? Exagero, são umas gracinhas.
É diversão para eles, mas para mim também é arte:
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Ah, Fukushima... (2)
Postei há dois dias aqui - Ah, Fukushima... - sobre a zona de exclusão ao redor de Fukushima e um cara que resolveu ficar lá para cuidar de 500 animais abandonados.
A descoberta foi do fotógrafo da Reuters Damir Sagolj, que teve permissão de fotografar a zona - um círculo de 40 quilômetros de diâmetro - de onde 160 mil pessoas foram evacuadas.
Seu trabalho fotográfico ficou primoroso:

Um pequeno altar em homenagem às vítimas, a 6 quilômetros da usina nuclear que explodiu. Os ex-moradores têm permissão para visitar suas cidades abandonadas uma vez por mês, mas não podem dormir lá.

Um monge budista com um contador geiger numa cerimônia de enterro de um evacuado que morreu.

Um relógio nesta casa abandonada marca a hora exata do terremoto de 11 de março de 2011.

Uma máquina de refrigerante, carregada pelo tsunami, foi parar num campo de plantação de arroz, agora abandonado.

A vegetação ataca a via férrea abandonada.

Barreiras nas estradas impedem a entrada de visitantes.

Sacos plásticos com resíduos contaminados por radioatividade numa quadra de tênis.

Retratos numa casa danificada pelo terremoto.

As agora inúteis linhas de transmissão da energia que era gerada na usina.
A descoberta foi do fotógrafo da Reuters Damir Sagolj, que teve permissão de fotografar a zona - um círculo de 40 quilômetros de diâmetro - de onde 160 mil pessoas foram evacuadas.
Seu trabalho fotográfico ficou primoroso:
Um pequeno altar em homenagem às vítimas, a 6 quilômetros da usina nuclear que explodiu. Os ex-moradores têm permissão para visitar suas cidades abandonadas uma vez por mês, mas não podem dormir lá.
Um monge budista com um contador geiger numa cerimônia de enterro de um evacuado que morreu.
Um relógio nesta casa abandonada marca a hora exata do terremoto de 11 de março de 2011.
Uma máquina de refrigerante, carregada pelo tsunami, foi parar num campo de plantação de arroz, agora abandonado.
A vegetação ataca a via férrea abandonada.
Barreiras nas estradas impedem a entrada de visitantes.
Sacos plásticos com resíduos contaminados por radioatividade numa quadra de tênis.
Retratos numa casa danificada pelo terremoto.
As agora inúteis linhas de transmissão da energia que era gerada na usina.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Ah, Fukushima...
A zona de exclusão ao redor da usina nuclear estourada de Fukushima, no Japão, é bem diferente da de Chernobyl.
Por algum motivo que só a mentalidade japonesa pode explicar, as pequenas cidades abandonadas ainda tentam parecer vivas. A energia elétrica foi mantida, os semáforos funcionam para ninguém, a iluminação das ruas acende à noite.

O fotógrafo da Reuters Damir Sagolj esteve lá e descreveu o cenário como "um filme de terror mudo". Ele entrou numa loja, colocou uma moeda numa máquina e recebeu um café quente. Tanta energia sendo gasta para apenas um café e uma pessoa na cidade completamente abandonada e deserta.
Na verdade, toda a região tem um habitante:

É este homem, Keigo Sakamoto, 58 anos. Ele se recusou a seguir as ordens de evacuação e ficou em seu rancho. Visitou todas as casas das cidades abandonadas e recolheu 500 animais de estimação deixados para trás por seus proprietários anteriores. Desde então se dedica a cuidar destes animais no ambiente radioativo.
Por algum motivo que só a mentalidade japonesa pode explicar, as pequenas cidades abandonadas ainda tentam parecer vivas. A energia elétrica foi mantida, os semáforos funcionam para ninguém, a iluminação das ruas acende à noite.
O fotógrafo da Reuters Damir Sagolj esteve lá e descreveu o cenário como "um filme de terror mudo". Ele entrou numa loja, colocou uma moeda numa máquina e recebeu um café quente. Tanta energia sendo gasta para apenas um café e uma pessoa na cidade completamente abandonada e deserta.
Na verdade, toda a região tem um habitante:
É este homem, Keigo Sakamoto, 58 anos. Ele se recusou a seguir as ordens de evacuação e ficou em seu rancho. Visitou todas as casas das cidades abandonadas e recolheu 500 animais de estimação deixados para trás por seus proprietários anteriores. Desde então se dedica a cuidar destes animais no ambiente radioativo.
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