Os dois tinham o vírus há muitos anos - um deles desde o nascimento - e fizeram o transplante porque tinham contraído leucemia.
O médico Timothy Henrich (foto), do hospital de Boston que trata os pacientes, disse que após o transplante os níveis do vírus no sangue dos pacientes rapidamente decresceu até ser indetectável.Ambos pararam de tomar seus remédios de combate a Aids - um há dois meses, outro há sete semanas - e não há sinal de retorno do vírus.
O doutor Henrich afirmou que é cedo para falar em cura, mas que há um possível caminho para a erradicação do vírus.
Mas a coisa é, sem dúvida, fascinante: aparentemente todas as células sanguíneas dos pacientes formam substituídas por células novas geradas pela medula óssea dos doadores.
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