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Malcolm, um inglês de 68 anos, ficou assim depois de um derrame no lobo frontal de seu cérebro, a parte que governo emoções. E as células atingidas e mortas pela falta de oxigenação causada pelo derrame foram as responsáveis pela depressão.
Caminhoneiro aposentado, ele diz que o derrame poderia ter sido seu maior inimigo, mas acabou sendo um grande amigo: "Realmente, é uma vantagem".
Não existem dois derrames iguais, as sequelas vão ser diferentes em cada caso - o Malcolm teve sorte.
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